Era uma vez uma linda tarde e eu estava fotografando uma linda família. Até que eu olhei pro céu, e ele me inspirou. Sim, eu sou romântica e discordo disso até a morte. Também sou contraditória.
Outra coisa que vocês devem saber sobre mim é que sou prepotente. MUITO.
Olhando pro céu eu vi as nuvens. Me lembrei de algumas fotos que foram muito importantes pra mim e no meu aprendizado em artes. Elas fazem parte da série Equivalents, do fotógrafo Alfred Stieglitz - foram feitas entre os anos de 1925 e 1931 e retratavam diversas nuvens - e serviram como um dos fundamentos do meu trabalho sobre Fragmentação que vocês podem ver aqui.
E como prepotente que sou, inventei de fazer os meus cliques de nuvens também, porque esses quadros fragmentados e abstratos me fazem viajar na maionese, pirar na batatinha e todas essas outras gírias de tias que a gente conhece. Quem nunca ficou tentando achar o rosto, uma nave ou a forma de qualquer coisa conhecida numa nuvem?
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Acho importante ressaltar que não houve nenhum tratamento de imagem nessas fotografias e que, claro, as fotos de Stieglitz são infinitamente melhores que as minhas.
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